terça-feira, 6 de abril de 2010

Angels - Sinopse

Hoje vou falar de uma outra história criada por mim e pela Sofia. Chama-se Angels (Anjos) e foi criada a partir de uma “luta” com espadas (paus de vassouras…) durante o Verão de 2008. A história (a primeira de muitas criadas pelas nossas mentes errantes…) fala de dois rapazes:

Dorian (18): Loiro, pálido e olhos “aquamarine” (azul esverdeado (com um pouco de cinzento)).

É adorado pela raparigas (apesar de desgostar da excessiva atenção) e tem uma vida aparentemente perfeita.

Mick (19 anos): Cabelo preto, moreno e olhos negros.

Faz mil e um desportos, tem uma banda e ao inicio odeia Dorian pela vida fácil que leva, em contraste com a sua. É um estudante bolseiro, a qual depende das suas notas.


Sinopse (por Sofia Graça):

“Mick é o típico rapaz punk, reservado e briguento, o típico jovem com uma carapaça dura e um interior frágil, Dorian pelo contrário é popular, faz parte de um dos grupos mais populares da escola1. Um dia, numa aula de Kendo2, Mick ataca Dorian que se defende e vence Mick. Querendo a desforra Mick vai ter com Dorian, mas acaba por, em vez de lutar com ele, contar a sua desastrosa infância. Dorian com pena diz para ele ir viver com ele numa casa académica, luxuosa e grande. Ao inicio uma luta de poder surge, mas ao longo do tempo um outro sentimento substitui esta raiva. Juntos descobrirão que já se conhecem desde há muito tempo, pelo menos de outras muitas vidas, e que são mais especiais do que aquilo que possam imaginar, ambos têm marcas iguais nas costas, e vão descobrir que ambos vêm numa missão para salvar o mundo.”


Apesar de extensamente desenvolvido nas nossas mentes espero conseguir começar a pô-lo em papel, e actualizações serão possivelmente postadas aqui.



NOTA: Mais tarde irei colocar aqui as imagem existentes de Angels, apesar de não serem muito numerosas.





1 Originalmente Colégio de luta masculino.
2
Originalmente haikido, devido á nossa confusão entre haikido (arte marcial) e kendo (luta com espadas) aquilo a que verdadeiramente nos referimos.

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